quarta-feira, 1 de maio de 2013

REDES

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MATERIAIS

Panfleto colorido:
https://docs.google.com/file/d/0B9OkSrCIvhFlMmZQS0RpcVFpak0

Panfleto P&B:
https://docs.google.com/file/d/0B9OkSrCIvhFldTJLUEZCYkJLSFU

Face:




Adesivo:


Ziraldo:


Música "EU QUERO É BOTAR MEU BLOCO NA RUA":

PROPOSTAS

COMO ESTÁ A NOSSA UNIVERSIDADE?

A universidade brasileira se encontra em processo de sucateamento e precarização. A produção de conhecimento está voltada ao mercado e aos interesses empresariais, enquanto as reais demandas da sociedade, dos docentes e técnicos administrativos não são valorizadas. O acesso é elitizado nas universidades chamadas de “excelência” e desqualificado nas universidades periféricas - que servem apenas para a formação de mão de obra qualificada e barata. Outra característica problemática do nosso sistema de ensino é a dificuldade de acesso por parte da população mais carente e de baixa renda. Apesar do pequeno aumento no ingresso dessas camadas da sociedade ter melhorado nos últimos anos, com a Reforma Universitária dos governos Lula e Dilma, o problema não se resolveu e ainda não garante a universalização do acesso à universidade. Esta reforma ampliou o número de vagas na universidade, mas sem garantir a ampliação estrutural necessária. Esses jovens, portanto, ao ingressarem no ensino superior, encontram sérias dificuldades de permanência, devido aos insuficientes investimentos em assistência estudantil e à ausência de salas de aula, laboratórios e professores.

A Reforma Universitária parece ser uma realidade muito distante da UFSM, no entanto, podemos observar como ela se expressa aqui:

  • Falta de salas de aula e professores especializados na área do curso, o que faz com que as atividades iniciem durante o andamento do semestre;
  • Deficiência no investimento em assistência estudantil. Possuímos uma casa de estudante com sérios problemas estruturais e várias demandas não atendidas;
  • Filas enormes nos Restaurantes Universitários;
  • Não há Creche Universitária para os filhos das mães estudantes;
  • Dificuldade na aprovação de bolsas para os projetos de pesquisa voltados às áreas sociais
  • Baixa remuneração nas bolsas de trabalho (as mais baixas do país), que muitas vezes são criadas para suprir a falta de técnicos administrativos;
  • Ausência de livros na Biblioteca Central e nas Bibliotecas Setoriais.
A JUVENTUDE ESTÁ NAS RUAS!

A greve nas universidades federais no ano de 2012 é a consequência deste cenário de precarização da universidade pública e das péssimas condições de permanência estudantil agravadas pela Reforma Universitária.

Ao lado dos técnicos administrativos e dos docentes, nós exigimos maior investimento na educação pública brasileira e o aumento do investimento no Plano Nacional de Assistência Estudantil. Atualmente, o Governo Federal doa 47% de seu orçamento para grandes empresários e investe míseros 2,9% em Educação. Apenas a luta dos estudantes nas ruas vai modificar este quadro!

Esta luta foi a principal mobilização nas universidades no ano passado, demonstrando que a principal pauta dos estudantes é a expansão com qualidade e a garantia da permanência estudantil. Necessitamos de assistência capaz de garantir a permanência da juventude na universidade! Por 10% do PIB para a Educação Pública Já! e 2 bilhões para o Plano Nacional de Assistência Estudantil!

Na greve de 2012, a UNE “cruzou os braços”. Essa greve geral foi uma experiência histórica de luta estudantil que apenas a Esquerda da UNE, devido à sua autonomia frente a governos e reitorias, construiu. A majoritária da entidade sequer reconheceu a legitimidade da Greve dos Estudantes.

A UNE EM DESCOMPASSO COM AS LUTAS DOS ESTUDANTES

Enquanto a juventude mostra que tem muita coragem para lutar, a gestão majoritária da União Nacional dos Estudantes se ausenta. A UNE, que um dia foi ícone de lutas estudantis, já não cumpre mais o papel de congregar as mobilizações e fomentá-las, pois se encontra afundada numa posição de simples instrumento de propaganda do governo.

Nos últimos 20 anos, a UNE tem recebido quantias imensas de dinheiro do governo. Em troca destes patrocínios, a gestão ajusta suas reivindicações acriticamente aos projetos do Governo Federal. A entidade se burocratizou, não é mais legitimada pelos estudantes e não apresenta mais democracia em seus fóruns e congressos.

É necessário enfrentar e derrotar as forças políticas que parasitam a UNE. Nossa tarefa é construir um movimento capaz de organizar os estudantes para conquistar suas demandas imediatas e históricas, em contraponto ao modelo burocratizado e de gabinete apresentado pela gestão da UNE. A União Nacional dos Estudantes deve estar à serviço da construção de uma Universidade pública, gratuita, de qualidade, democrática, autônoma, rumo à universalização do acesso e permanência e voltada para a solução dos problemas da maioria da população!

NOMINATA

1º d Adriana Clarice Henning Ciências Econômicas
1º s Bruna Mendonça Pedagogia
2º d Evandro Both História
2º s Daniela Andrigheto Física
3º d Marina Castilho Comunic. Social - Jornalismo
3º s Marcos Moura Silva Eng. Mecânica
4º d Vanessa Furtado de Lima Eng. de Controle e Automação
4º s Mariana Maschio dos Santos Medicina
5º d Dinara Patrícia Mattana Educação Especial
5º s Jordano Dorval Tavares de Carvalho Ciências Biológicas
6º d Carolina Gasparetto Barin Comunic. Social - Jornalismo
6º s Israel Tischler Ciências Econômicas
7º d Lotário de Souza Enfermagem
7º s Franciele Savian Batistella Enfermagem
8º d Ana Cristina Civa da Silva Tecnologia em Alimentos
8º s Antonio Marcos da Silveira Ciências Econômicas
9º d Teo de O. Bemgochea Ciências Sociais
9º s Gregório Mascarenhas Comunic. Social - Jornalismo
10º d Camila Borba Breda Eng. Sanitária e Ambiental
10º s Kevin Adolfo Alves Ciências Sociais
11º d Sandra Michele Roth Eckhardt História
11º s Heitor Bazzo Agronomia
12º d Tiago Miotto Ciências Econômicas
12º s Gabriel Eduardo Bortulini Comunic. Social - Jornalismo
13º d Dionas Ávila Pompeu Ciências Sociais
13º s Andressa Marcuzzo Manhago Fonoaudiologia
14º d Silvester Franchi Educação Física
14º s Felipe França Laud Comunic. Social - Jornalismo

APRESENTAÇÃO

A Chapa 2 "BLOCO DA MUDANÇA" é formada por estudantes descontentes com os rumos da atual gestão majoritária da UNE. Esta gestão majoritária não tem respondido às necessidades dos estudantes universitários há muitos anos. Entendemos que é necessário recolocar a UNE nos trilhos da luta pelas bandeiras históricas do Movimento Estudantil. A majoritária da UNE transformou a entidade em mero aparelho de propagando do governo federal. Precisamos de uma entidade nacional que atue com independência em relação ao Governo Federal.